Jovem de 23 anos sobrevive a ataque a facadas após ficar uma hora preso com ferimentos em Cáceres

A vítima foi surpreendida por dois homens e uma mulher, amarrada e esfaqueada múltiplas vezes. Ela conseguiu arrombar o portão e pedir socorro em um bar.

Um jovem de 23 anos sobreviveu a uma tentativa de homicídio brutal na noite de quinta-feira (22), no bairro Cohab Velha, em Cácere-MT. Ele foi atacado a facadas por um grupo, ficou preso por cerca de uma hora e, mesmo com graves ferimentos, conseguiu escapar e pedir ajuda em um bar da região.

De acordo com o relato da vítima à Polícia Militar, ele estava em uma vila próxima quando foi surpreendido por dois homens, com o apoio de uma mulher. O trio tentou amarrá-lo e, em seguida, desferiu múltiplos golpes de faca, atingindo suas costas, pescoço, cabeça, queixo e braço. Após o ataque, os suspeitos fugiram, trancando a porta e o portão da casa, deixando o jovem ferido para trás.

Cerca de 60 minutos depois, em um ato de desespero e força, a vítima conseguiu arrombar o portão. Sangrando e com ferimentos graves, ela dirigiu-se a um bar nas proximidades para pedir socorro.

"A vítima chegou ao estabelecimento em estado grave, mas consciente. Imediatamente acionamos a polícia e os bombeiros", relatou um frequentador do local, que preferiu não se identificar.

A Polícia Militar chegou primeiro e prestou os primeiros cuidados até a chegada do Corpo de Bombeiros, que fez o atendimento de urgência e encaminhou o jovem ao Hospital Regional de Cáceres. Segundo informações da unidade de saúde, ele passou por cirurgia e permanece internado, mas seu estado é estável.

A Polícia Judiciária Civil foi acionada e informou que não houve necessidade de perícia no local, mas o caso foi registrado como tentativa de homicídio e segue em investigação para identificar e localizar os três suspeitos — uma mulher e dois homens, que permanecem foragidos.

O motivo do ataque ainda não foi esclarecido pelas autoridades. A polícia busca imagens de câmeras de segurança da região e ouve testemunhas para reconstituir os fatos que antecederam a agressão.

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Redação GNMT