Bolsonaro deixa prisão e é levado a hospital após mal-estar e suspeita de infecção respiratória

O ex-presidente Jair Bolsonaro foi levado para atendimento médico em Brasília após apresentar um quadro de mal-estar enquanto cumpria pena no sistema prisional. A transferência para o hospital ocorreu nas primeiras horas da manhã desta sexta-feira (13), após ele relatar sintomas como calafrios, vômitos e indisposição, segundo informações divulgadas por aliados e familiares.

De acordo com informações médicas repassadas à imprensa, Bolsonaro foi encaminhado ao hospital para realizar exames clínicos e laboratoriais com o objetivo de verificar a possibilidade de infecção respiratória e avaliar seu estado geral de saúde.

Como Bolsonaro passou mal

Segundo relatos divulgados por familiares, o ex-presidente teria acordado ainda de madrugada com calafrios e episódios de vômito, o que motivou a avaliação médica imediata dentro da unidade prisional. Diante do quadro, foi decidido que ele deveria ser levado a um hospital para exames mais detalhados.

A transferência foi feita sob escolta policial, seguindo os protocolos de segurança aplicados a presos que necessitam de atendimento médico fora da unidade prisional.

Exames para avaliar infecção

No hospital, Bolsonaro passou por uma série de exames clínicos e laboratoriais, que devem identificar se os sintomas estão relacionados a uma infecção respiratória ou outro problema de saúde.

Os médicos também avaliaram o histórico de saúde do ex-presidente, que possui problemas recorrentes desde o atentado a faca sofrido em 2018, episódio que provocou diversas cirurgias e complicações intestinais ao longo dos últimos anos.

Situação jurídica e retorno à prisão

Bolsonaro cumpre pena de 27 anos de prisão, determinada após condenação relacionada a um plano de golpe de Estado. Ele está detido em uma ala especial do sistema prisional em Brasília.

Após a realização dos exames e avaliação médica, a expectativa é que o ex-presidente retorne à unidade prisional, caso os médicos não identifiquem necessidade de internação ou tratamento mais prolongado.

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Redação GNMT