O presidente do Sindicato Rural de Sinop/MT, Ilson José Redivo, explica que o desenvolvimento das lavouras estava muito satisfatório e as expectativas elevadas, mas as precipitações na reta final dificultaram e atrasaram a colheita e resultaram em perdas entre 20 e 30% da produtividade de 57 sacas por hectare registrada na safra passada.
Outro impacto ficou para a segunda safra de milho, que já estava atrasada em reflexo ao plantio da soja, e ficou ainda mais postergada, saindo da janela ideal de cultivo que termina em 20 de janeiro e se estendendo até 15 de março.
Com isso, o risco climático da safrinha fica muito elevado e será preciso que as precipitações, que normalmente acabam em abril na região, se estendam até maio para evitar que as grandes perdas da soja se repitam no milho.