O processo de cassação foi movimentado na Casa. Votaram a favor da perda do mandato os vereadores: Chico Lima Tur (PSDB), Cícero da Ambulância (Republicanos), Ediérico Machado (União Brasil), Hélio de Farias (PSDB), Mateus Barbosa (PSDB), Samuel Cabral (Republicanos), Thiago Kulkamp (PSB) e Ronaldo Pereira dos Santos. Votaram contra: Eder da Mecânica (PSB) e Fernando do Gelvalino (Podemos). O presidente da Câmara, Laudir, não precisou usar seu voto de minerva, já que não houve empate.
Com a decisão, Gilson da Agricultura perde imediatamente o mandato. A vaga será preenchida de acordo com as regras regimentais da Câmara, geralmente pelo primeiro suplente da coligação partidária. O caso se torna um marco no debate sobre o respeito e a dignidade no discurso político municipal.